A açao da insulina na digestão

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Qual o tempo de ação da insulina?

Há variações desta molécula que alteram a duração da hormona no organismo e o seu pico de atividade, altura em que atua mais fortemente na retirada da glicose do sangue. A insulina de ação rápida começa a funcionar passados cerca de 15 minutos da injeção.

Qual o ângulo de aplicação da insulina?

A prega cutânea deve ser feita antes da introdução da agulha e soltando antes da introdução da insulina. O ângulo de aplicação deverá ser de 90°C, entretanto caso a agulha seja maior que a indicada em alguns pacientes magros e crianças é necessário uma avaliação e utilização de ângulos de 45 ou 60°C.

Onde é feita a insulina?

A insulina pode ser aplicada na região da barriga, interior da coxa, posterior do braço e bumbum e, normalmente é feita antes de comer, como café da manhã, almoço ou jantar. Locais onde se pode aplicar insulina

Quais são os cuidados com a administração da insulina?

Alergia, vermelhidão, inchaço ou comichão no local da aplicação Os especialistas aconselham que, na administração da insulina, sejam seguidos os seguintes conselhos: Escolha diferentes locais para a injeção, dentro de uma mesma zona do corpo, com alguns centímetros de distância.

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Qual a função da insulina na digestão?

A insulina é responsável por manter o controle no sangue do açúcar ingerido através dos alimentos. Ela deixa de ser produzida quando há uma disfunção no pâncreas, o que pode causar o diabete. Essa doença pode ser de caráter hereditário, mas também pode ser adquirida por maus hábitos de alimentação e sedentarismo.


Qual é a ação da insulina no organismo?

A principal função da insulina é controlar a quantidade de glicose no sangue após a alimentação1. Ela informa as células de que a glicose deve ser absorvida. Caso isso não aconteça, a permanência de níveis elevados de glicose na corrente sanguínea pode ser altamente tóxica.


Quais as ações da insulina no metabolismo?

Em resumo, o efeito da insulina sobre o metabolismo da glicose é o de aumentar sua utilização para energia ou o de fazer com que a glicose fique armazenada sob a forma de glicogênio ou sob a forma de gordura.


Qual a função da insulina no fígado?

A insulina exerce um papel central na regulação da homeostase da glicose¹, ou seja, no controle do nível de glicose no sangue. Além disso, ela reduz a produção de glicose pelo fígado e aumenta a captação desse hormônio nos tecidos adiposo e muscular².


Qual é a ação da insulina no metabolismo de carboidratos?

A insulina estimula o acúmulo de glicogênio através do aumento do transporte de glicose no músculo e síntese de glicogênio em fígado e músculo, através da defosforilação da enzima glicogênio sintetase.


O que acontece com a falta de insulina no corpo?

A insulina é produzida pelo pâncreas e é responsável pela manutenção do metabolismo da glicose e a falta desse hormônio provoca déficit na metabolização da glicose e, conseqüentemente, diabetes.


Qual a função da insulina no metabolismo dos lipídios?

A insulina atua em praticamente todas as células do corpo e também é útil no aumento da replicação do DNA e síntese de proteínas; aumento da síntese de ácidos graxos; redução da lipólise (conversão de lipídios em ácidos graxos); tônus dos músculos arteriais, etc.


Qual o papel da insulina no metabolismo lipídico?

Insulina é uma hormona responsável pela redução da glicemia (taxa de glicose no sangue), ao promover a entrada de glicose nas células. Esta é também essencial no metabolismo de sacáridos (hidrato de carbono), na síntese de proteínas e no armazenamento de lípidos (gorduras).


Qual a relação do fígado e da glicose?

O fígado é o que regula a quantidade de glicose produzida no jejum. Pacientes com esteatose hepática, popularmente conhecida como gordura no fígado, possuem resistência à insulina. O mesmo defeito é encontrado no fígado do diabético: o órgão faz um controle inadequado da produção de glicose e acumula gordura.


Qual a relação do fígado com a diabetes?

A principal relação entre a esteatose hepática e o diabetes mellitus é a resistência à insulina. Consequentemente, ocorre o aumento de peso que pode provocar o excesso de gordura no fígado. O organismo entende que precisa produzir mais insulina, pois essa que tem é insuficiente.


Qual é o órgão que produz a insulina?

pâncreasO pâncreas é um órgão responsável pela produção de hormônios importantes, que atuam no metabolismo dos carboidratos ou açúcares: o glucagon e a insulina.


Os tipos de insulina

A insulina é hoje sintetizada em laboratório. Há variações desta molécula que alteram a duração da hormona no organismo e o seu pico de atividade, altura em que atua mais fortemente na retirada da glicose do sangue.


A insulinoterapia

Em geral, a melhor forma de manter a glicose controlada nas pessoas com diabetes tipo 1 é tomar 3-4 doses de insulina por dia. Por outro lado, a maioria dos indivíduos com diabetes tipo 2 toma 1 vez por dia.


As complicações da diabetes

Quando a glicose se mantém persistentemente acima dos níveis considerados normais (hiperglicemia), a sua falta de tratamento pode provocar graves problemas por todo o corpo, nomeadamente nos olhos, rins, nervos e sistema vascular, aumentando o risco de retinopatia/cegueira, nefropatia, amputações dos membros inferiores, doença coronária e acidente vascular cerebral..


Tipos de insulina e eficácia na diabetes

Existem vários tipos de insulinas (humanas e análogos) com diferentes durações de ação (curta, rápida, intermédia e prolongada), farmacocinética, custos e riscos de hipoglicemia. Estão inclusive já em desenvolvimento novas vias de administração da insulina, menos invasivas, nomeadamente oral e inalada.


Os novos dispositivos

Os novos medidores de glicose têm vindo a substituir as clássicas picadas nos dedos e glicómetros. Estes dispositivos, que já têm comparticipação do Estado, são colocados debaixo da pele para medir o açúcar no sangue de forma continuada, prevenindo assim as baixas de açúcar.


1. Insulina com seringa

Existem vários tamanhos de seringas de insulina, podendo variar entre capacidades de 0,3 a 2 ml, dependendo do intervalo de unidades de insulina que a pessoa precisa fazer.


2. Insulina com caneta

A caneta é uma opção mais prática do que a seringa, no entanto é mais cara e, por isso, pode não ser utilizada em todos os casos. Para aplicar a insulina corretamente usando uma caneta, é necessário:


Como preparar a caneta de insulina

Existem canetas de insulina que são descartáveis, o que significa que após terminar a quantidade de medicamento que está no interior da caneta, esta deve ser jogada no lixo e, por isso, não precisam de ser preparadas, sendo apenas necessário rodar o botão da caneta até à quantidade de insulina desejada.


Tratamento com insulina para diabetes

O que é insulina para diabetes? O problema resolvido pelo tratamento com insulina no diabetes é fornecer ao organismo esse hormônio, porque no diabetes tipo 1, as células β pancreáticas não desempenham sua função secretora e não sintetizam insulina.


Forma de liberação

Preparações de insulina estão disponíveis na forma de uma solução e uma suspensão para injeção. Estas são garrafas de vidro comuns (hermeticamente fechadas) – para administração da solução com uma seringa de insulina, ou frascos de cartuchos (penfill) – para administração por meio de seringas especiais.


Nomes de preparações do grupo insulina: as melhores insulinas para diabetes

Até o momento, todos os medicamentos fabricados do grupo da insulina são classificados de acordo com a velocidade com que eles começam a agir após a administração e a duração dessa ação.


Farmacodinâmica

Após a injeção de drogas insulínicas, elas entram na circulação sistêmica.


Contra-indicações

Entre contra-indicações para a utilização de insulina marcada disponibilidade culas? Hormonalmente activos tumores de ilhéus pancreáticos (insulinoma), pancreatite aguda, hepatite viral aguda, hepática grave e / ou insuficiência renal, e também patologias gastrointestinais ulcerativas durante o seu agravamento.


O que é perigoso para a insulina no diabetes?

Outros efeitos colaterais, tais como o aparecimento de reacções alérgicas locais (vermelhidão e prurido da pele), edema, dor muscular e atrofia de tecido subcutâneo no local de injecção, em uma dosagem de insulina danos desequilibrado em diabetes pode manifestar-se como a hipoglicemia.


Dosagem e administração

Absolutamente todos os pacientes selecção de insulina na diabetes mellitus de ambos os tipos é levada a cabo pelo médico assistente, endocrinólogo individualmente: os resultados das análises de sangue para glicose em jejum, e durante o dia, em hemoglobina glicada e urina para o açúcar (glicosúria); tendo em conta a idade, estilo de vida, modo e natureza da nutrição, bem como a intensidade da atividade física normal..


Insulina e exercícios

Durante o exercício, não se necessita de insulina para o transporte de glicose e para seu uso no tecido muscular. O tecido muscular funciona como um reservatório de AA e abastece as necessidades do organismo, sempre que necessário, através da ação do cortisol.


Glucagon e o catabolismo

Em nossa fisiologia, os hormônios sempre atuam em equilíbrio e por isso vários hormônios tem seus antagonistas, no caso da insulina estamos falando do glucagon.


Insulina e o anabolismo

A insulina, nesse contexto, vai contribuir para a produção de proteínas nos músculos e para a entrada de glicose na célula muscular em repouso. No exercício, a ação da insulina passa a não ser importante, posto que, nessa situação, a glicose será utilizada prontamente e não armazenada como glicogênio ou transformada em AA.


Conclusão

Para quem busca o ganho de massa magra é fundamental manter o ambiente anabólico, para que isso aconteça é fundamental usar a insulina a seu favor para aumentar a síntese proteica e deixar o glucagon baixo para evitar o catabolismo.


Insulina

Em um homem adulto, o pâncreas endócrino contém aproximadamente 1 milhão de células nas ilhotas de Langerhans.


Receptor da Insulina

A insulina regula tanto o metabolismo energético como a expressão gênica nas células alvo. Seu sinal se dá pela sua ligação ao receptor da insulina localizado na membrana plasmática , onde desencadeará uma resposta.


Glucagon

O glucagon é um polipeptídeo, secretado pelas células alfa (α) das ilhotas de Langerhans, composto por 29 aminoácidos, tendo como função principal aumentar a concentração de glicose no sangue, contrapondo-se aos efeitos da insulina.


Regulação da secreção de glucagon

A concentração de glicose no sangue constitui o fator mais potente que controla a secreção de glucagon. O efeito do nível da glicemia sobre a secreção do glucagon é exatamente oposto ao efeito da glicose sobre a secreção da insulina.

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Tipos de Diabetes


as Complicações Da Diabetes


Tipos de Insulina E Eficácia Na Diabetes


Potenciais Efeitos secundários Da Insulina


Conselhos de Administração Da Insulina Na Diabetes

  • Os especialistas aconselham que, na administração da insulina, sejam seguidos os seguintes conselhos: 1. Escolha diferentes locais para a injeção, dentro de uma mesma zona do corpo, com alguns centímetros de distância. Não massaje 2. Adapte a quantidade de insulina ao exercício físico e à quantidade de hidratos de carbono consumidos 3. Siga as norm…

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