A chaga que vem do açai e mito ou verdade


Qual é a origem do açaí?

O açaí é um fruto brasileiro cultivado predominantemente na região amazônica.


É seguro comer açaí?

As pesquisas e os dados epidemiológicos demonstram que o produto processado termicamente, seja pasteurizado ou esterilizado acima de no mínimo 80°C por 10 s, torna-se seguro, enquanto o produto in natura ou apenas resfriado ou congelado poderá não ser.


Qual é a doença do açaí?

Resumo: No Brasil, a ingestão do açaí processado artesanalmente, sem tratamento térmico, tem sido relacionada a casos crescentes de doença de Chagas (Strawn et al., 2011), pela contaminação dos frutos pelo protozoário Trypanosoma cruzi (Pereira et al., 2009), agente causal da doença.


O que o açaí pode causar?

Como se trata de um alimento muito calórico, em grandes quantidades o açaí pode levar a hiperglicemia, o aumento de açúcar no sangue, e problemas para quem é diabético, especialmente se ele for acompanhado por elementos muito engordativos, como xarope de guaraná e leite condensado.


Faz mal comer açaí todos os dias?

O açaí é rico em carboidratos e isso pode ser negativo, quando o consumo é excessivo, pois favorece o acúmulo de gordura e pode estimular o desenvolvimento da diabetes. A fruta também não é recomendada para alguns casos de pacientes com câncer.


Quais são os benefícios e malefícios do açaí?

O açaí, por ser rico em vitaminas, fibras e proteínas, oferece uma série de benefícios, como melhora do humor, aumento na libido e fertilidade, além de hidratar pele e cabelos. No entanto, o que pouca gente fala é que mesmo os alimentos saudáveis podem gerar problemas de saúde, caso sejam consumidos de forma errada.


Qual o bicho que dá no açaí?

Comer açaí não significa que, automaticamente, a pessoa ficará doente. Mas o fruto costuma atrair uma espécie de inseto, mais conhecido por barbeiro, cujo intestino guarda os protozoários Trypanossoma cruzi – esses, sim, causadores da doença.


Qual a bactéria que tem no açaí?

Bactérias do gênero Staphylococcus sp. são notadamente conhecidas como agentes de doenças transmitidas por alimentos, causando vários danos à saúde individual e pública. Serratia sp. é um agente de infecção nosocomial, de trato urinário e infecções intestinais e intoxicação alimentar.


Qual nome do bicho do açaí?

Isso porque o mosquito barbeiro é atraído pela luz. Voando por ali, o inseto deposita suas fezes onde o açaí é manipulado ou até mesmo é macerado junto ao suco da fruta. De acordo com Morita, há maneiras de evitar que essa iguaria brasileira vire um reduto de Trypanosoma cruzi.


Tem barbeiro no açaí?

O fruto do açaí é contaminado quando o barbeiro ou as fezes dele se misturam à polpa durante o processamento. Às vezes, reservatórios utilizados na produção do vinho de açaí também podem ser contaminados.


Tem açúcar no açaí?

Portanto, na sua forma natural o açaí não causa tanto impacto no peso, “já que é rico em fibras e possui somente o açúcar natural da fruta.


Qual a quantidade de açaí por dia?

Não exagere na quantidade e nas porções, ou seja, para se obter os benefícios que o açaí pode oferecer sem abusar nas calorias, deve-se consumir entre 100 g e 200 g somente uma vez ao dia e não precisa ser todos os dias. Faça o uso a cada três ou quatro dias.


1. Plantas no quarto acabam com o oxigênio à noite

LENDA. Os mais velhos costumam dizer que plantas “roubam” o oxigênio de noite e quem estiver no quarto pode acabar sufocado. À revista “Superinteressante”, o botânico Gilberto Kerbauy, professor da USP, deu a sentença definitiva sobre o assunto: “Se fosse verdade, não haveria um índio na Amazônia”.


2. Ler no escuro prejudica a visão

LENDA. No máximo você pode sentir uma leve dor de cabeça por causa do esforço ao qual a vista é submetida. Mas não há qualquer estudo ou relato que comprove perda da capacidade de visão por ler quando a luminosidade é baixa.


3. Sonâmbulos não podem ser acordados

LENDA. Já ouvimos esta muitas vezes. Coisas muito ruins podem acontecer com uma pessoa se ela for acordada durante um momento de sonambulismo. Bobagem. Ela pode ficar desorientada ou até tomar um susto, mas não morrerá de infarto ou terá um AVC, como muita gente diz.


4. Se engolir o chilclete, ele gruda no estômago

LENDA. Um dos ingredientes do chiclete é uma base de goma usada também na fabricação de pneus. É justamente esse ingrediente que o organismo tem mais dificuldade de processar e, depois, eliminar. Mas isso não significa que ele ficará anos grudado no seu estômago ou até no coração (!) como dizem algumas lendas.


5. Soprar o machucado alivia a dor

LENDA. Na melhor das intenções, vovó soprava o machucado da netinha ou do netinho porque seria esta uma forma de aliviar a dor depois daquele tombo no parquinho. Carinho é sempre gostoso, claro, mas além de não funcionar para aliviar a dor, o sopro ainda vai jogar bacterias da boca para dentro do ferimento, aumentando o risco de uma infecção.


6. Pisar descalço no chão gelado provoca resfriado

LENDA. Não é apenas pisar no chão gelado. Também já ouvimos que não podemos tomar friagem ou abrir a geladeira com o corpo quente. Tudo lenda. “Resfriados e gripes são provocados por vírus. Sem o vírus não há friagem que faça ficar doente”, afirma o médico Drauzio Varella.


7. Tomar água com açúcar acalma depois de um susto

LENDA. O açúcar provoca a liberação de serotonina, o que dá uma sensação de bem-estar. Mas isso não acontece instantaneamente. Então se você acha que água com açúcar é um bom remédio para quem passa por um susto ou situação de estresse, saiba que isso não faz sentido.


Jornal seco é ótimo para limpar vidros

Aí alguém te disse alguma vez que o jornal era a melhor escolha na hora de limpar os vidros de casa e você simplesmente comprou a ideia. Mas será mesmo? Parando para analisar, ele possui bastante tinta, que pode sair na hora da limpeza, certo? Bem, sim e não.


Usar água sanitária em todo o banheiro

“Para o banheiro ficar realmente limpo é preciso usar água sanitária”.


Pasta de dente cura a queimadura

Até os cozinheiros mais experientes podem acabar se distraindo e sofrendo alguma queimadura, nem que ela seja pequena. O problema é que, ao contrário de outros ferimentos comuns, não dá para simplesmente colocar um remédio qualquer na lesão.


Dormir com plantas pode causar falta de ar

Tudo bem que muita gente já sabe que essa história é balela, mas ainda assim tem gente que ainda acredita muito nela. Isso porque, embora na fotossíntese as plantas liberem oxigênio, na ausência de luz elas o absorvem – o que, em teoria, deixaria as pessoas próximas a elas com falta de ar. O processo é real, mas as consequências não.


É melhor cortar a etiqueta da roupa quando ela começa a incomodar

Todo mundo já passou pela situação de ir usar uma roupa nova e sofrer com a maldita etiqueta que só pinica! A solução mais óbvia é simplesmente cortar, certo? É bem possível que alguém já tenha sugerido passar a boa e velha tesoura, inclusive. Mas esse truque básico na verdade é uma péssima ideia.


O autismo tem cura?

Essa talvez seja a maior dúvida e a maior esperança de quem tem contato ou convive com o TEA. Infelizmente a resposta é não. O autismo ainda não tem cura. Alguns estudos sugerem que o autismo pode ser reversível, mas nem a ciência sabe explicar por que isso acontece com algumas pessoas no espectro.


Todo autista é superdotado?

Esse é um mito que ainda resiste não apenas pela falta de informação das pessoas em geral sobre o TEA, mas principalmente pelo excesso de visibilidade que a condição ganha quando alguma pessoa autista faz algo genial ou muito fora da curva normal de desenvolvimento humano.


Pessoas autistas são frias e não gostam de contato físico?

Esse é um grande mito e quem tem uma pessoa autista na família sabe. Existe uma alteração atencional no TEA que gera essa sensação que as pessoas têm de pouca sensibilidade, confundindo as duas coisas.


Autistas têm um mundo próprio, por isso não interagem com as pessoas?

O autista pode não dizer muito ou mesmo não prestar atenção, mas acredite: ele muitas vezes sabe o que está acontecendo à sua volta.


O mapeamento genético pode ajudar no diagnóstico?

Antes de responder essa pergunta é preciso falar da causa e reforçar que as vacinas não têm nada a ver com isso. Estudos recentes afirmam que o TEA é um transtorno multifatorial. Fatores genéticos e ambientais atuam em diferentes combinações, sendo o risco genético estimado entre 70% a 90%. Já os riscos ambientais são baixos em termos relativos.

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